A Tech-Guru



Saiu o relatório de tendências da internet de Mary Meeker para 2018. Para quem não sabe, estamos falando da investidora que fez algumas das previsões mais acertadas no mundo tech. Entre elas, o boom das assistentes virtuais ano passado. Para conseguir essa “bola de cristal”, Meeker e sua equipe analisam uma quantidade enormes de dados que, depois de combinados, questionados e estudados apontam o que está por vir. Na apresentação deste ano, ela exibiu 249 slides sobre o futuro da internet, da comunicação e do varejo. Morse separou o que achou mais interessante, só para você:


  • Sim, algo que já causou zum zum zum, o percentual de crescimento de usuários da internet começou a diminuir em 2017 – mas isso porque a base absoluta veio crescendo muito ultimamente e agora o crescimento está menos acentuado.

  • Todo o crescimento de Digital Time Spent dos últimos anos vem dos acessos mobile, sendo que desktop teve um leve decréscimo.Em 2015, gastávamos em média 2,8 horas na telinha do smartphone. Hoje, são 3,3 horas – de todas as 5,9 horas em que estamos online. No desktop, o indicador diminuiu: na mesma comparação, foi de 2,2 horas para 2,1 horas.

  • Surfando essa onda, o investimento em Mobile Advertising vem crescendo muito nos últimos anos:



  • Surfando essa onda, o investimento em Mobile Advertising vem crescendo muito nos últimos anos:



  • E quais os principais canais para interagir com esse target?Abaixo vemos a representatividade do WiFi na linha do tempo. Quem conhece sabe que existem inúmeras oportunidades aqui 🙂



  • E tem o vídeo mobile, que, mais uma vez, aponta seu potencial atual e futuro. Na China por exemplo apenas Vídeo Mobile já tem acessos maiores que TV.



  • Em meio a toda a discussão sobre dados e privacidade, uma seção do relatório mostra algo interessante: as pessoas estão sim dispostas a compartilhar seus dados, desde que tenham benefícios claros em troca; descontos, personalização, melhores serviços etc. O insight se destaca, principalmente, na China – por lá, 38% da população aceitaria esse acordo. Os brasileiros, aliás, ultrapassam os americanos nesse quesito. Nos EUA, a porcentagem da população que aceitaria trocar suas infos por algum benefício é de 25%. Por aqui, de 26%.


  • Para fechar, algo que nos chamou a atenção no relatório e que pode ser expandido para nosso dia a dia. Enquanto as (duas) grandes empresas de mídia começaram a avançar em prestação de serviços e até mesmo venda de produtos, o contrário também aconteceu, e talvez com impacto maior. Um exemplo? O site da Amazon assumiu o primeiro lugar em pesquisa por produtos. Ou seja, ultrapassou as ferramentas de Search. E nosso dia-a-dia? Apps de verticais específicos também estão criando esse impacto. Sua última busca por Pizza foi no Google ou num App de Delivery? E para chamar um táxi, quando foi sua última busca via Search? E num app?



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