Dados Mobile contra o Covid-19



Hands, Serasa e Amazon participam de consórcio por uso de dados Mobile para combate ao Covid-19 Em parceria, empresas criam um “pipe” de dados organizados e com curadoria sobre demografias, mobilidade, negócios afetados e infraestrutura de saúde para organizações atuarem no combate a pandemia. Ao combinar dados sobre mobilidade com informações sobre testes do coronavírus, o sistema pode prover para organizações de saúde ou para o governo o meio de analisar e entender onde, como e quando a epidemia se propaga - além de dar informações mais localizadas em bairros. Tal capacidade é crucial para isolar casos, planejar quarentenas e ter medidas de contenção mais eficazes.


Dados mobile podem ser usados contra coronavírus nos EUA Governo norte-americano estaria em conversas com Facebook e Google para usar dados móveis para ajudar a rastrear casos da doença. Países como Coreia do Sul e Cingapura, que tiveram sucesso para conter o número de casos, usaram exatamente os dados de geolocalização para entender o andamento do vírus; a Áustria uniu as operadoras e startups para criar modelagens de dados de movimentação das pessoas, a Alemanha segue no mesmo caminho. Segundo a Reuters, o Google já estuda fazer isso - com ou sem o Governo. No Brasil, as operadoras criaram um comitê para agir juntos no combate ao vírus. Já o governo do Rio de Janeiro estuda criar autorização por QR code para circulação de pessoas, como na China.


Apps de mensageria se juntam à OMS para divulgar informações sobre Covid-19 A Organização criou um chatbot no Whatsapp para atender à população. Enquanto isso, o TikTok - que também tem visto aumento de utilização - também se juntou à OMS para transmitir informações corretas de prevenção.


99 e iFood criam fundos milionários para motoristas e restaurantes A startup brasileira 99 vai pagar pelo menos R$ 300 ao motorista ou entregador que for afetado pelo coronavírus. Já o iFood criou fundos de US$ 50 milhões para auxiliar restaurantes pequenos. Uma série de marcas está entrando nessa onda: da Heinz até a Netflix, a Ambev e O Boticário também. A norte-americana Lyft está migrando os motoristas do aplicativo para o serviço de delivery, que está sendo mais exigido durante a pandemia.


Startup do Paraná Hi Technologies desenvolve teste para coronavírus Diferente de alguns sistemas utilizados até agora no país que permitem detectar a doença mesmo antes de uma pessoa ter sintomas, a tecnologia da Hi é para casos em que o indivíduo já apresenta sintomas do coronavírus há pelo menos três dias. Resultado fica pronto de maneira mais rápida. Também nessa onda de tecnologia usada para combater o Covid-19, a engenheira biomédica Thabata Ganga criou uma rede de designers, engenheiros e pesquisadores para produzir respiradores artificiais em impressoras 3D para, assim, atender hospitais brasileiros. Marcas como a GM já indicaram que vão ajudar a produzir respiradores.

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