Data look


A Stitch Fix é (mais uma) uma empresa de vestuário que trabalha orientada por dados. A companhia, que vende um serviço de assinatura no qual envia mensalmente roupas para os seus clientes, utiliza a tecnologia de inteligência artificial (IA) em praticamente todos os aspectos de seus negócios, com seu próprio departamento de algoritmos somando 100 cientistas.


Com estilo e sem palpite


E, vamos falar, essa galera trabalha. O time desenvolve algoritmos para apoiar decisões nos mais diversos departamentos, desde a seleção das peças que serão enviadas para cada pessoa a quais roupas serão mantidas no estoque. Até mesmo um com a nobre missão de desenhar modelos que a marca possa produzir e vender, com base nos estilos de peças que são “pinadas” por clientes em determinados perfis da rede social Pinterest.


“Estamos enviando coisas reais para clientes que estão em frente a um espelho na sua própria casa, e isso proporciona um feedback realmente rico”, apontou Eric Colson, diretor de algoritmos da Stitch Fix. “É esse feedback e os dados do cliente que realmente mudam o jogo, que até eu subestimei”, confessou. Lá, não tem “achismo”.


Free IA


Na visão de Colson, que responde diretamente ao CEO, o maior erro que as empresas cometem é não investir tempo e espaço em um departamento dedicado ao desenvolvimento de soluções de IA que poderiam ser usadas por toda a companhia.


“Você acha isso [algoritmos] muitas vezes confinado junto a marketing, engenharia, finanças ou outros pontos estranhos, e nós sentimos que isso tinha que ter sua própria casa, porque a ciência de dados tem seu próprio ferramental, fluxos de trabalho, ethos, e tudo isso precisa ser exclusivo”, defendeu o executivo.

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