Dores do crescimento



A vida não é mais a mesma para os CFOs. Com a chegada de soluções mais sofisticadas de big data e análise de dados, a profissão adquiriu um status muito mais estratégico do que décadas atrás. É que, agora, é possível analisar a imensa base de números gerada dentro da empresa para apresentar análises que antes eram praticamente impossíveis. Mas se adaptar a esse novo mundo não está sendo fácil para quem trabalha na área.

Com o queijo e sem a faca

De acordo com uma pesquisa global feita pela consultoria Workday, que entrevistou  670 lideranças do setor financeiro (de CFOs a analistas sêniores) divididos em quatro continentes, as equipes encontram muita dificuldade em coletar dados que ajudem a organização a lidar melhor com a gestão de riscos. E por dois motivos em específico:


  • Aplicar a tecnologia a favor da área ainda permanece como um dos maiores desafios enfrentados na profissão. Quase 70% dos entrevistados afirmaram que a colaboração entre o CFO e com o CIO (o líder da área de tecnologia) costuma ser bastante limitada por que os setores “não falam a mesma língua”.

  • Outra dificuldade encontrada pelo time de finanças é encontrar pessoas com formação na área que saibam realizar tarefas que exijam o uso de dados, como análise probabilística. 71% dos respondentes ressaltaram o trabalho que dá encontrar e contratar pessoas capacitadas para realizar esse tipo de tarefa.

  • Com essa falta de diálogo entre áreas e dificuldade para encontrar gente que saiba fazer uso dessa tecnologia, apenas 35% das equipes de finanças dos profissionais entrevistados faz uso real/oficial desse recurso na rua rotina corporativa.

Correndo atrás


Pela percepção do estudo, os profissionais da área precisam se capacitar muito em termos tecnológicos para acompanhar as demandas que a função estão passando a exigir. O lado positivo é que essa realidade já é bastante sentida por boa parte do C-level:74% da base da pesquisa acredita que os CFOs e os CIOs, junto com o líder de RH, precisam estreitar laços para garantir mais competitividade para a companhia. Em posse desses dados, a hora é de arregaçar as mangas e trabalhar para reverter o quadro.

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