Home Sweet Home!


Só em 2019, o número de devices de smart-homes deve crescer 26,9%; e deve chegar a marca dos 1,6 bilhão em 2023. Mas não importa ter milhares de aparelhos se eles não conversam entre si na hora de controlar a sua casa. A questão que fica é: qual será a interface  ganhadora? A resposta dessa pergunta é crucial para as marcas entenderem como se posicionar neste mercado (spoiler alert: o conversacional é o caminho).

Grandes gestos


O Google deve seguir a estrada da diversificação de interfaces: vídeo, touch e voz. A empresa anunciou, na semana passada, que todos os seus devices para smart-homes estarão na divisão Nest. O movimento é considerado polêmico, uma vez que a empresa também fechará a possibilidade de outros desenvolvedores de trabalhar em parceria com os aparelhos do Nest. Ou seja: o usuário terá que comprar vários outros aparelhos da mesma marca para ter a casa conectada.

Na ponta da língua


Apesar da virada da dona do Android, as principais empresas de tecnologia estão apostando na voz – e na ligação com outros desenvolvedores – para transformar o smart-speaker no grande centro de controle da casa conectada. Tanto a Microsoft, quanto a Amazon têm explorado as assistentes virtuais de voz como o hub de conexão da casa. Para as marcas, a opção do áudio pode ser explorada das formas mais diversas: desde com conteúdo no formato até nos anúncios interativos

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