It’s a big data world


Já passou o tempo no qual as empresas se perguntavam como poderiam usar os dados a seu favor: atualmente, é ponto pacífico que este é um mundo no qual as companhias precisam se inteirar para não serem passadas para trás. E o esforço em se equipar com uma infraestrutura que permita a coleta e gestão de dados só tende a aumentar: de acordo com o mais recente estudo do IDC, as receitas para big data e business analytics (BDA) alcançarão USD 260 bilhões em 2022, com uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 11,9% ano a ano.


Pelotão de frente


E tem uma turma bem diversa que ocupa a vanguarda. Os setores bancário, a área de manufatura, governos e mercados ligados às artes e ciências são as indústrias que mais investirão em big data. Só neste ano, elas serão responsáveis por quase a metade dos USD 166 bilhões de receita que a área espera faturar.



De acordo com a avaliação, a transformação digital assume uma forma diferente dependendo da indústria. Os bancos e varejistas, por exemplo, terão como prioridade soluções voltadas para o gerenciamento e melhora da experiência do cliente. O setor de manufatura, por outro lado, pretende usar esses recursos para se reinventar, adotando processos mais high-tech.

De continentes a países


O mercado dos Estados Unidos garante a primazia da América no ranking, somando US$88 bilhões em receitas em 2018 e mais da metade do total mundial ao longo da previsão de cinco anos do IDC. A Europa Ocidental ganha a medalha de prata, com as receitas de 2018 estimadas em USD 35 bilhões. A região é seguida pela Ásia-Pacífico, com USD 23,9 bilhões durante o ano.


Falando apenas em nações, o Japão será o segundo maior país para investimentos em BDA neste ano 2018, seguido pelo Reino Unido, Alemanha e China. “No alto nível, as organizações estão se voltando para soluções de big data e analytics para navegar na convergência dos seus mundos físico e digital”, apontou Jessica Goepfert, que é vice-presidente do IDC.


Zebras improváveis, mas não impossíveis


O estudo também indicou os mercados que, apesar de não terem prognósticos de investimentos pesados, apresentam o crescimento mais rápido em soluções de BDA. A primeira é a Argentina, que apresentou 20,8% de CAGR, seguida pelo Vietnã (19,8%), Filipinas (19,5%) e Indonésia (19,4%). Importante lembrar que os três últimos países estão localizados no Sudeste Asiático, uma região que está crescendo em importância no mercado pelas suas oportunidades de negócios tecnológicos. Por isso, pode ser que o top ranking ganhe alguns novos colegas até 2022. Agora é ver se um plot twist nos aguarda nos próximos anos.

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