Os magos das recomendações


Mais de 35% de todas as vendas realizadas pela Amazon são geradas pelo sistema de recomendações da gigante do varejo online. A empresa se tornou mestre na sugestão de produtos, ao sacar que é preciso fazer um mix de dados para encontrar os itens relevantes para a clientela. Basicamente, o algoritmo da empresa considera três fatores. O primeiro é o mais básico: o histórico de compras do consumidor. Depois, os itens que ele já adicionou ao carrinho. Interessante lembrar aqui que muita gente costuma selecionar diversas coisas para comprar, mas nunca faz o checkout. Estima-se que a média do varejo online americano de “abandono de carrinhos” é de 69%. Por fim, a Amazon leva em conta os produtos que o consumidor já avaliou na plataforma.


A principal razão para o mecanismo de recomendação existir é conseguir solucionar o tal do “problema de cauda longa”: o fato de que itens raros não são procurados com frequência e, portanto, não geram receita. Ao indicar esses itens aos compradores, é possível impulsionar bastante o potencial de ROI das sugestões.

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